O Mosteiro

“Nós, agromonges, ‘lavradores do reino’, buscamos viver a nossa vocação construindo uma espiritualidade e apostolado voltados ao modo de vida rural e da natureza, abertos aos apelos da Igreja e aos desígnios de Deus sobre nós. Aonde quer que estejamos, vamos ‘cultivar o Jardim do Édem’, de acordo com o mandato do Senhor.” (art. 49.1). Aqui, este lugar parece ter sido chamado, de ‘paraíso’ por inspiração divina, pois é um verdadeiro paraíso terrestre, onde se vive, aqui, experiências das mãos criadoras de Deus. Aqui, Ele plantou o seu Jardim e colocou esta comunidade para cuidá-la.

“Paraíso”, “Fazenda São José do Paraíso”, “bairro do Paraíso”, “Capela São José do Paraíso”, “Fraternidade da Apresentação do Senhor”, “Mosteiro do Paraíso” são nomes, parece, vindos da mesma frondosa árvore do seu  “Jardim”, com suas raízes frondosas mergulhadas na vida deste povo.

“Nós, agromonges, vivemos a vida comunitária, unidos pelos laços humanos, espirituais e de fé, comprometidos uns com os outros numa relação de mútuo compromisso na vida fraterna, vivendo a pobreza evangélica na partilha, conforme a necessidade de cada um, por amor a Jesus Cristo, que nos chamou para vivermos juntos. Fomos chamados para formarmos uma família de irmãos amorosos.” (art. 35)